Suzanne takes you down to her place near the river
You can hear the boats go by
You can spend the night beside her
And you know that she's half crazy
But that's why you want to be there
And she feeds you tea and oranges
That come all the way from China
And just when you mean to tell her
That you have no love to give her
Then she gets you on her wavelength
And she lets the river answer
That you've always been her lover
And you want to travel with her
And you want to travel blind
And you know that she will trust you
For you've touched her perfect body with your mind.
And Jesus was a sailor
When he walked upon the water
And he spent a long time watching
From his lonely wooden tower
And when he knew for certain
Only drowning men could see him
He said "All men will be sailors then
Until the sea shall free them"
But he himself was broken
Long before the sky would open
Forsaken, almost human
He sank beneath your wisdom like a stone
And you want to travel with him
And you want to travel blind
And you think maybe you'll trust him
For he's touched your perfect body with his mind.
Now Suzanne takes your hand
And she leads you to the river
She is wearing rags and feathers
From Salvation Army counters
And the sun pours down like honey
On our lady of the harbour
And she shows you where to look
Among the garbage and the flowers
There are heroes in the seaweed
There are children in the morning
They are leaning out for love
And they will lean that way forever
While Suzanne holds the mirror
And you want to travel with her
And you want to travel blind
And you know that you can trust her
For she's touched your perfect body with her mind.
Um observatório da imprensa para a cidade de Bom Despacho e os arquivos do blog Penetrália
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domingo, 7 de setembro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Fora de Moda (Uma Letra da Horta)
A moda foi tema até mesmo de um texto de Roland Barthes, "Le Systeme de la Mode" (o Sistema da Moda) e é muito importante na França. A Banda Horta, mesmo participando de um gênero (música popular) muito sensível justamente aos modismos, lançou essa canção de rock pesado "contra a moda", ressaltando seus aspectos mais negativos (massificação, automatização da linguagem, coisificação do ser humano), quem sabe sabotando justamente a moda de estar no MySpace. A moda, no entanto, é indicativo de algo que Hegel chamou de "zeitgeist" (Espírito do Tempo); não é de todo negativa. Por isso, uma mania pessoal ou idissioncrática não pode ser moda: o modismo é o espelho de um fenômeno social, coletivo. Podemos fazer dele uma recepção pessoal, adaptativa, antropofágica. Aliás, relançaram Telefonema, crônicas de Oswald de Andrade, não? Seria um bom nome para uma canção.
As referências musicais de Fora da Moda podem ser encontradas nos anos 70 (Deep Purple, AC/DC, por exemplo). Estão fora de moda, diria um crítico apressado; no entanto, estão atuais num tempo onde não há uma moda tão clara e imperativa como no tempo dos hippies e dos punks.
Não quero fazer o que você faz
Só por costume de fazer
Não vou me vestir como você se veste
Porque não quero ser igual
Não vou repetir palavras tão comuns
Que só nos fazem estagnar
Não quero proclamar sentenças afetadas
Que não procuram procurar
O interessante está fora da moda
E subverte o que é comum
Sentado em sua sala cheio de incredulidades
Procura o que é o natural
Não posso entender como você consegue
Gostar de ser igual a todos
Como um objeto com vários modelos
Utilidades e acessórios
Na verdade você não é você em muitas coisas
Na verdade você não é você em quase nada
Tente esquecer o que os outros ditam
E mergulhar dentro de si
Ao encontrar caminhos inimagináveis
Seja escolha
Seja livre
Seja poucos
Não quero fazer o que você faz
Só por costume de fazer...
Não vou me render a tudo que é aceito
Por ser mais cômodo...
Eu aprecio o idiossincrático
E admiro o original
Me relaciono com as nuances do tempo
Por causa da verdade
Tente esquecer o que os outros ditam
E mergulhar dentro de si
Ao encontrar caminhos inimagináveis
Seja escolha
Seja livre
Seja louco
As referências musicais de Fora da Moda podem ser encontradas nos anos 70 (Deep Purple, AC/DC, por exemplo). Estão fora de moda, diria um crítico apressado; no entanto, estão atuais num tempo onde não há uma moda tão clara e imperativa como no tempo dos hippies e dos punks.
Não quero fazer o que você faz
Só por costume de fazer
Não vou me vestir como você se veste
Porque não quero ser igual
Não vou repetir palavras tão comuns
Que só nos fazem estagnar
Não quero proclamar sentenças afetadas
Que não procuram procurar
O interessante está fora da moda
E subverte o que é comum
Sentado em sua sala cheio de incredulidades
Procura o que é o natural
Não posso entender como você consegue
Gostar de ser igual a todos
Como um objeto com vários modelos
Utilidades e acessórios
Na verdade você não é você em muitas coisas
Na verdade você não é você em quase nada
Tente esquecer o que os outros ditam
E mergulhar dentro de si
Ao encontrar caminhos inimagináveis
Seja escolha
Seja livre
Seja poucos
Não quero fazer o que você faz
Só por costume de fazer...
Não vou me render a tudo que é aceito
Por ser mais cômodo...
Eu aprecio o idiossincrático
E admiro o original
Me relaciono com as nuances do tempo
Por causa da verdade
Tente esquecer o que os outros ditam
E mergulhar dentro de si
Ao encontrar caminhos inimagináveis
Seja escolha
Seja livre
Seja louco
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