segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pensamento Gonzalo



  “Pensamento Gonzalo” é o nome dado à contribuição do partido comunista peruano ao marxismo, sob a presidência de Manuel Rubén Abimael Guzmán Reynoso (1934- ). “Presidente Gonzalo” é a denominação dada a Guzmán enquanto líder do PCP.
            Guzmán, originário de Arequipa participou de um partido obreirista nos anos 50, lendo mais Stálin que Lênin. Na cidade de Ayacucho, onde tornou-se professor universitário de Filosofia, entrou no Partido Comunista Peruano, por volta dos anos 60, quando participou do debate sobre o Stálin, tomando partido da linha chinesa e tendo ido à China, onde esteve ao tempo da revolução cultural. De volta ao Peru, entrou na clandestinidade por volta de 1973, abandonando a posição na universidade. Aprendeu quécha (língua dos índios) e muitos dos estudantes em Ayacucho casaram-se com mulheres de origem indígena, estabelecendo assim verdadeiros laços com os camponeses. Após a saída dos militares do poder, em 1980, finalmente lançaram a guerra popular, sua primeira ação armada foi contra uma zona eleitoral. O exército, muito enfraquecido pela ditadura militar, não podia retornar imediatamente para castigá-los, o que lhes deu considerável vantagem.
            Guzmán, filho ilegítimo de um comerciante, teve apoio do pai e foi aceito pela madrasta. Estudou em colégios bons e destacou-se, tornando-se professor de filosofia. Após formado em filosofia com uma tese sobre o tempo e o espaço em Kant, fez também uma pós-graduação sobre o estado democrático burguês. Guzmán teorizou que a revolução peruana significaria um novo ciclo de revoluções mundiais, agora encabeçadas pelo marxismo-leninismo-maoísmo. Stálin é considerado por ele um marxista-leninista e o pensamento Gonzalo, uma aplicação do maoísmo ao contexto específico do Peru. A tese de Kruschev sobre o culto da personalidade é denunciada por ele como revisionista, ou seja, não-leninista nos seguintes termos:

Aqui temos que recordar a tese de Lênin sobre o problema da relação massas-classes-partidos-chefes. Consideramos que a revolução, o partido, a a classe em geral geram chefes, geram um grupo de chefes; em toda revolução tem sido assim. Se pensamos, por exemplo, na Revolução de Outubro, temos Lenin, Stálin, Sverdlov e uns outros homens mais, um pequeno grupo; o mesmo na revolução chinesa, também temos um pequeno grupo de chefes: o presidente Mao Tsetung e os camaradas Kang Sheng, Chiang Ching, Chan Chung-Chao, entre outros. Toda revolução é assim, então isso também se dá na nossa. Não poderíamos ser exceção, ainda que toda regra tenha exceção, aí se trata do cumprimento de leis. Todo processo tem chefes, mas tem um chefe que sobressai dentre os demais, segundo as condições, porque não podemos ver todos os chefes com igual dimensão: Marx é Marx, Lenin é Lênin, o presidente Mao é o presidente Mao, e cada um é irrepetível e ninguém é igual a eles (...). (GUZMAN, 1988).

Assim, a posição de Guzmán a respeito de Stálin está de acordo com a posição de Mao, que por sua vez é, em parte, confirmada pelas pesquisas do professor Grover Furr, de Montclair State University: Kruschev mentiu em seu famoso relatório:

Kruschev levantou o problema do culto da personalidade para combater o camarada Stálin, mas esse foi um pretexto, como todos sabemos, para no fundo combater a ditadura do proletariado. Hoje mesmo Gorbachev volta a falar no culto da personalidade, como também o fazem os revisionistas chineses Liu Shao-Chi e Teng Siao-Ping. Essa é em consequência uma tese revisionista que aponta em essência contra a ditadura do proletariado e contra as lideranças e chefes do processo revolucionário, em geral, para decapitá-lo. Em nosso caso, o que há de concreto, para decapitar a guerra popular, nós não teremos ditadura do proletariado e sim um Novo Poder que se desenvolverá segundo as normas da nova democracia, ou seja, de ditadura conjunta de operários, camponeses e progressistas. O que em nosso caso apontamos, o que se trata é decapitar; bem sabe a reação e seus seguidores porque o fazem, porque não é fácil gerar chefes e lideranças. E uma guerra popular, assim que se desenvolva no país, precisa de chefes e de liderança, de alguém que a represente e que encabece e de um grupo capaz de comandá-la indubitavelmente. Em síntese, o culto da personalidade é uma sinistra tese revisionista, que não tem nada ver com nossa concepção sobre chefes que se liga ao leninismo (GUZMAN, 1988).

            Assim sendo, o Pensamento Gonzalo pode ser resumido como uma aplicação teórica e prática do pensamento de Marx, Lênin, Stálin e Mao. O movimento é gerado a partir do movimento estudantil, transferindo quadros para o campo para que, a partir da guerrilha no campo, cercar as cidades. Para Guzmán, é preciso revolucionar o estado, não preocupar-se em criar quadros para o velho estado, que une três entidades doentes: latifúndio, um setor empresarial que se vale do estado como alavanca para lucrar e o capital internacional. Para Guzmán, não adiantam leis agrárias, nada será dado aos camponeses, a terra terá que ser tomada pela mão armada. Para tanto, Guzmán e o PCP organizaram uma escola militar a partir de 1980, militarizando o próprio partido e organizando, a partir dele, um exército popular, disseminando-se pelo país a partir dos núcleos em Ayacucho e agindo até mesmo nos caóticos presídios peruanos, onde as células continuavam a se organizar e os militantes lutavam e estudavam, mesmo estando presos. Isso originou ataques às prisões e massacres de presos em rebeliões como em 1986.
            O grande mérito de Guzmán e do PCP foi o de provar a universalidade do maoísmo, aplicando e desenvolvendo uma guerra popular num período de forte descenso da esquerda revolucionária em todo o mundo (1980-92). O PCP tinha atingido, nos anos 80, hegemonia no campo, nas universidades e nas favelas de Lima, muito mais do que o MRTA, de linha cubana.
            Abimael Guzmán frisa que não tem sentido fazer, como na Nicarágua, uma frente dizendo que são todos marxistas. Isso, no entender dele, é estar ligado ao social-imperialismo soviético. É preciso um partido comunista para poder realizar, junto com a frente e o exército guerrilheiro, a revolução de nova democracia. A média e a pequena burguesia, no seu entender, precisam ser diferenciadas da burguesia burocrática, que ele não aceita como monopolista. Ele as aceita, desde que depois da revolução.
            O movimento encabeçado por Guzmán foi esmagado em 1992, com sua prisão em Lima, além da prisão de todo comitê central. Hoje há remanescentes em luta armada na região de Ayacucho e há também o Movadef, movimento pacifista que tenta participar de eleições, mas no Peru existem leis muito duras que colocam na ilegalidade o “Pensamento Gonzalo”.

Bibliografia: Entrevista a El Diario, Peru, 1988. <http://www.solrojo.org/pcp_doc/pcp_0688.htm>>.

13 comentários:

Anônimo disse...

"Para Guzmán, não adiantam leis agrárias, nada será dado aos camponeses, a terra terá que ser tomada pela mão armada. Para tanto, Guzmán e o PCP organizaram uma escola militar a partir de 1980, militarizando o próprio partido e organizando, a partir dele, um exército popular, disseminando-se pelo país a partir dos núcleos em Ayacucho e agindo até mesmo nos caóticos presídios peruanos, onde as células continuavam a se organizar e os militantes lutavam e estudavam, mesmo estando presos."

Não é difícil ver e ler pensamentos desse tipo entre comunistas, socialistas, marxistas,populistas, etc etc etc.

Um dos motivos que me fez largar o marxismo(comunismo), foi essa mentalidade de conflito, guerra, mortes, massacre,... que a ideologia leva.

O artigo "Pensamento Gonzalo" mostra que cada comunista se transforma em uma máquina de matar para conseguir implantar uma futura "ditadura do proletariado".

As consequências disso?

Morte dos próprios filhos da nação, mulheres e crianças e idosos, perda de futuras mentes brilhantes para o país devido a essas matanças: cientistas, professores, atletas,...

Eu não quero e não vou participar disso: Temos que preservar a vida de todos.

Anônimo disse...

Em primeiro, populistas escrevem esse tipo de pensamento? De jeito nenhum.

A ideologia apenas evidenciou um problema latino-americano. Não quer dizer que se propõe o mesmo no Brasil. Aliás, leia lá de novo, nem Guzmán propôs a ditadura do proletariado.
Estamos perdendo futuras mentes brilhantes em cada favela. Vc não está preservando a vida de ninguém, a não ser a sua. Att Lúcio Jr.

Anônimo disse...

"Estamos perdendo futuras mentes brilhantes em cada favela."

E fazendo uma revolução com sangue vai impedir a perda dessas mente brilhantes nas favelas?

Em uma revolução sangrenta, essas mentes brilhantes nas favelas também serão perdidas.

"Vc não está preservando a vida de ninguém, a não ser a sua."

E também a de muitas outras pessoas. Defendo a empresa coletiva privada.

Sem morte através de uma revolução.

Revolução só através do trabalho.

Chega de mortes!

Revistacidadesol disse...

Oi, oi, oi, vamos começar evitando a burrice, a trolagem e a postagem anônima, que tal? A revolução começa com pequenos gestos, pequenas coisas.

O pensamento Gonzalo está sendo aqui ESTUDADO e não necessariamente pretende-se colocar isso em ação no Brasil. Em todo caso, há sofrimento crônico na favela, há mortes e violência lá todo dia, praticamente. Hoje mesmo fiquei sabendo de estupros supostamente cometidos por pms da UPP do Jacarezinho. Vc suporta bem essa realidade por não estar envolvido.

Não existe a empresa coletiva privada. Não me faça rir.

Anônimo disse...

"Oi, oi, oi, vamos começar evitando a burrice, a trolagem e a postagem anônima, que tal?"

Stalin também se disfarçava e muitas vezes usava nomes falsos. Não sei por que não posso fazer o mesmo.

"A revolução começa com pequenos gestos, pequenas coisas."

Exatamente! Por exemplo: parar de querer uma guerra civil e começar a pensar em uma Revolução do Trabalho. Abrindo-se uma empresa coletiva privada aqui outra ali e dando oportunidades para pessoas de baixa renda ser um desses membros dessas empresas coletivas privadas: Sejam empresas coletivas privadas no campo ou na cidade.

"O pensamento Gonzalo está sendo aqui ESTUDADO e não necessariamente pretende-se colocar isso em ação no Brasil. "

É mesmo! Então por que todo manual de representantes do marxismo sempre fala em guerra, eliminação de seres humanos, mortes,...?

"Em todo caso, há sofrimento crônico na favela, há mortes e violência lá todo dia, praticamente."

Repito outra vez: Você acha que uma guerra civil para implantar o marxismo (comunismo) é a solução?

Você parece não ligar mesmo para a vida dessas pessoas pobres que irão se perder nessa guerra.

"Hoje mesmo fiquei sabendo de estupros supostamente cometidos por pms da UPP do Jacarezinho. Vc suporta bem essa realidade por não estar envolvido."

A informação, como você mostra, diz "supostamente cometidos": Se a notícia é verdadeira, que os canalhas dos policias sejam punidos.

Eu me importo com pessoas pobres mais do que você. Eu quero que eles prosperem com os empreendimentos coletivos privados que eles abrirem. Você quer uma guerra civil para implantar o marxismo (não se importando com o número de mortos).

Quem não suporta o que, então?!

Empresas coletivas privadas sendo criadas em favelas seria uma forma de crescimento e prosperidade nessas áreas.

As empresas coletivas nessas áreas poderiam contratar ou criar empresas de segurança entre os próprios moradores, dependendo da situação, para fazer a segurança do local.

Chega de burocracia politica!

"Não existe a empresa coletiva privada. Não me faça rir."

Quem me faz rir é você quando diz que o modelo ideal é o que existia na União Soviética!

Revistacidadesol disse...

Sim, Stálin usava nomes falsos, mas era um revolucionário. Vc é? Vc acredita religiosamente no sistema capitalista, vc só quer consertá-lo, mas como vc pode ver na Somália, Líbia, Síria, Ucrânia, Gaza, ele não tem conserto.

O Brasil tem 40 000 homicídios por ano, já estamos em guerra civil, se liga. Eu quero é acabar com a guerra civil que existe, a morte de adolescentes pardos e negros na periferia, etc.

Como vc pode ver, Guzmán foi derrotado, então o que ele pensa tem que ser repensado.

Vc se choca com Guzmán, então leia Maquiavel. Vc vai se horrorizar com o que ele fala sobre fazer o mal, etc.

Anônimo disse...

"Sim, Stálin usava nomes falsos, mas era um revolucionário. Vc é? Vc acredita religiosamente no sistema capitalista, vc só quer consertá-lo, mas como vc pode ver na Somália, Líbia, Síria, Ucrânia, Gaza, ele não tem conserto."

E querer consertar algo errado não é ser revolucionário?!

E quem segue religiosamente uma ideologia política são vocês marxista. Tanto que vocês se comportam como se "fora do do marxismo-leninismo não há salvação".

Conta outra, rapaz.

"O Brasil tem 40 000 homicídios por ano, já estamos em guerra civil, se liga. Eu quero é acabar com a guerra civil que existe, a morte de adolescentes pardos e negros na periferia, etc."

E a culpa dessas mais de 50.000 mortes (não 40.000) é devido aos esquerdistas que defendem a bandidagem: Você chega a ser hilário quando finge não saber que temos as Márias do Rosário, ela e a maioria dos esquerdistas, claramente impedindo leis mais rigorosas contra a criminalidade.

Muitos desses jovens (vidas preciosíssimas perdidas) poderiam agora, se fossem incentivadas a criação de empresas coletivas privadas nessas regiões, tirar da criminalidade muitos desses jovens.

Como eu escrevi no meu comentário mais acima, essas empresas coletivas poderiam contratar empresas de seguranças, até mesmo empresas de segurança naquelas localidade mesmo poderiam ser criadas, para fazerem a segurança desses locais.

Trabalhei um bom tempo em projetos para dar empregos para jovens de periferia. Quando apareciam vagas , e não eram poucas, para empregos ou cursos (muitos deles gratuitos) para esses jovens, a maioria deles não queriam trabalhar ou se profissionalizar.

A maioria queria ficar na vagabundagem!

Emprego ou curso profissionalizante tem, eles que não querem.

É essa mentalidade que primeiro temos que tirar desses jovens.

"Como vc pode ver, Guzmán foi derrotado, então o que ele pensa tem que ser repensado."

Ainda bem. Agora uma coisa é um pensamento esquerdista assassino como o de Guzmán ser rejeitado, outra coisa é criar um pensamento esquerdista pior do que o dele.

"Vc se choca com Guzmán, então leia Maquiavel. Vc vai se horrorizar com o que ele fala sobre fazer o mal, etc."

Revolução do Trabalho, esse é o meu lema.

Não me interessa ler pensamentos de pessoas que viveram séculos atrás, onde não acrescentariam nada para pessoas carentes e não ajudariam em nada a vida delas.

Revistacidadesol disse...

Revolução do trabalho sem o trabalhador? Pq marxismo leninismo é pensar o mundo do ponto de vista do trabalhador.
Esse papo xoxo de empresa coletiva privada, empreendedorismo, isso é tudo lorota e demagogia. Vc no fundo sabe disso. A responsabilidade das mortes é um antigo conflito entre o estado e os pobres.

As leis do PT são só para inglês ver, como essa Lei Maria da Penha.
A verdadeira política social deles é BOLSA FAMÍLIA, PRIVATIZAÇÃO E CAVEIRÃO E UPP NA FAVELA, sacou? E eles naõ são "esquerdistas", são a direita.

Quando vc está na extrema-direita, todo mundo parece socialista, flw, troll?

Passar bem! Depois não sabe pq é excluído!!!!

Anônimo disse...

"Revolução do trabalho sem o trabalhador? Pq marxismo leninismo é pensar o mundo do ponto de vista do trabalhador."

O que?! O marxismo-leninismo pensa "do ponto de vista do trabalhador"?! O trabalhador quer prosperar pelo próprio trabalho; o trabalhador não quer perder tempo com burocracia de políticos ou com um "politico messias" que irá salvar o país através do marxismo-leninismo.

Já trabalhei em áreas carentes e garanto que nenhuma pessoa pobre se interessa por marxismo-leninismo ou qualquer outra ideologia política.

"Esse papo xoxo de empresa coletiva privada, empreendedorismo, isso é tudo lorota e demagogia. Vc no fundo sabe disso. A responsabilidade das mortes é um antigo conflito entre o estado e os pobres."

Você sabe que no fundo essa história de marxismo-leninismo, União Soviética, socialismo,...é tudo lorota e demagogia. A responsabilidade das mortes é um antigo conflito entre defensores de bandidos e os que defendem leis mais rigorosas para punir bandidos, estupradores, assassinos,...o que passa disso é lorota de românticos marxistas-leninistas.

"As leis do PT são só para inglês ver, como essa Lei Maria da Penha.
A verdadeira política social deles é BOLSA FAMÍLIA, PRIVATIZAÇÃO E CAVEIRÃO E UPP NA FAVELA, sacou? E eles naõ são "esquerdistas", são a direita."

O PT é de direita?!

Mao Zedong também era de direita, então. Mao abriu a economia chinesa para o mercado de empresas privadas (não coletivas) estrangeiras.

Agora vejo que Mao era de direita!

No meu comentário mais acima mostrei que os próprios moradores de áreas carentes podem prosperar com a criação de empresas privadas coletivas e criar ou contratar empresas de segurança para esses locais. UPP na favela seria coisa do passado, sacou?

"Quando vc está na extrema-direita, todo mundo parece socialista, flw, troll?"

Pronto, argumentum ad hominem: se você não apoia a causa marxista-leninista, você é um nazista, um extremista-direitista, um isso e aquilo. Vocês marxistas-leninistas não casam disso não?

"Passar bem! Depois não sabe pq é excluído!!!!"

Sou excluído porque conheço como são os marxistas-leninistas. Eu já fui um marxista-leninista. Sei como é.

Quando cria ideias para preservar a vida de inocentes, impedindo uma guerra civil que irá tirar a vida de milhares ou milhões de compatriotas brasileiros, já me chamavam de reacionário.

Vai entender! Agora querer o bem de cidadãos do seu país é ser reacionário de direita.

Revistacidadesol disse...

Vc é reacionário para caramba, vive com "mimimises".

Foi marxista leninista de jeito nenhum! Vc não sabe nada do que diz. Seus argumentos qualquer Datena da vida fala.

Anônimo disse...

"Foi marxista leninista de jeito nenhum! Vc não sabe nada do que diz. Seus argumentos qualquer Datena da vida fala."

Virou vidente também? Agora vai querer me dizer se eu fui marxista-leninista ou não?

Fico impressionado como todo marxista-leninista acha que entende mais de marxismo-leninismo que outro marxista-leninista!

Isso foi uma das coisas que me fez decepcionar com o marxismo-leninismo.

Gabriel Sena disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gabriel Sena disse...

Esses ex-comunistas kkkkkkkkk, maior comédia...