[Improviso a partir do texto Condenados à Tradição, de Iuma Simon, publicado na última revista Piauí].
Eucanaã
Não encontrará
Sua Canaã
No midiático oficialismo
Na institucionalização progressiva
No highbrow calculismo
A poesia que Eucanaã
Escreve
Revencia a tradição
& se apropria dela
Carlito e Eucanaã
Temperam suas Canaãs geracionais
Com seus próprios paradigmas
Ao molho retradicionalizador
De uma tal
Maria Simon
Maria diz sem pietá:
Carlito Azedo é
Doce rigor construtivo
vertigem sintática &
escancarado esteticismo;
Carlito Carlitos
usa um dispositivo
Para a dissolução referencial
Das luzes da ribalta.
Maria, Maria, é um dom
Ela diz com certa magia
Contundente cabralismo;
Carlito se alimenta do espetáculo
Do texto indeterminado
Movido pelo desejo
De ornamento e beleza.
Já Eucanaã é Ferrabrás:
Emoção e beleza
curam as cicatrizes da construção
Cabralismo com afeto
Delicadeza e diálogo:
Autores portugueses.
O ritmo do desejo corrige e humaniza
(sentimentaliza?)
A racionalidade construtiva
Um observatório da imprensa para a cidade de Bom Despacho e os arquivos do blog Penetrália
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sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Microcontos na Piauí
Bilhete
Batom no espelho: amanhã estarei morta.
Quaresma
Jesus? Diabo? Não! Sou advogado dele.
Guerra
Teatro de operações: Gerald dirige tanque.
http://revistapiaui.estadao.com.br/blog/concurso/post_310/Participantes_da_edicao_de_dezembro.aspx
Batom no espelho: amanhã estarei morta.
Quaresma
Jesus? Diabo? Não! Sou advogado dele.
Guerra
Teatro de operações: Gerald dirige tanque.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Microconto de ocasião
Um microconto de ocasião, dedicado a Rafael Rodrigues, do blog Entretantos, da Bravo.
Quaresma
Jesus perguntou ao diabo: “quem é você?” “Eu sou o Diabo. Mas você tem
mesmo é que conhecer o meu advogado”.
Quaresma
Jesus perguntou ao diabo: “quem é você?” “Eu sou o Diabo. Mas você tem
mesmo é que conhecer o meu advogado”.
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